A validação de que somos feitos por pessoas e para pessoas
- Fábio de Brito
- 22 de jun.
- 2 min de leitura
A história de Felipe Boaventura com a Fight Analytics começou em 2017. Naquela época, ele era exclusivamente um atleta profissional de MMA buscando o seu espaço no esporte. Foi quando Fábio de Brito, nosso CEO, apresentou uma proposta que unia as duas grandes paixões de Felipe: o mundo das lutas e o universo dos games e computadores.
"O Fábio chegou para mim e disse: 'Cara, tenho uma proposta de serviço que é muito a sua cara. Você joga videogame, não joga?'", relembra Felipe.
A realidade de Felipe refletia a resiliência comum a tantos outros lutadores brasileiros. Para sustentar sua carreira no esporte, ele precisava dividir seu tempo entre os treinos de alto rendimento e diversas outras ocupações, trabalhando em frentes como segurança de eventos, garçom e até monitoramento de câmeras.
A grande "virada de chave" ocorreu durante o seu primeiro teste prático de análise, no qual Felipe foi desafiado a processar as informações da icônica luta entre Daniel Cormier e Jon Jones. A facilidade com que ele capturou cada movimento e traduziu a subjetividade do octógono para o nosso sistema confirmou a nossa tese central: a velocidade de um software nunca substituirá o critério de quem entende o que realmente acontece dentro do cage.
A agilidade e o rigor demonstrados por ele naquele momento foram a validação definitiva de que o olhar humano especializado é o elemento que separa um dado comum de uma métrica de "dano real" com credibilidade internacional.
Hoje, Felipe Boaventura analisa lutas e ajuda a pavimentar o caminho para a profissionalização de todo o ecossistema global de combate. Ele testemunhou a evolução da Fight Analytics, desde uma startup desconhecida até se tornar uma empresa reconhecida por gigantes como Sofascore e ONE Championship.
Na Fight Analytics, continuamos a celebrar as inovações tecnológicas e a honrar profundamente o capital humano representado por especialistas como o Felipe. Ele é a validação de que somos feitos por pessoas e para pessoas, mantendo sempre o coração na luta e a mente na precisão. Ter um analista que já sentiu o peso das luvas é a prova da nossa cultura: priorizar a inteligência de quem conhece a prática antes de qualquer algoritmo.




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